
Durante a última semana, comecei a leitura de um livro totalmente indicado para quem quer fazer mudanças na vida e talvez não saiba como… A resposta é muito simples e nos é dada logo no título da obra: Escolha Você!

Pode parecer um tanto egoísta, mas James Altucher, empreendedor de sucesso e investidor em startups, algumas das quais vendidas por milhões e outras que foram à falência, enfatiza que todas as decisões da vida devem ter como primeira e mais importante pessoa você mesmo.
Pense no que estamos vivendo agora: ficar ou não ficar em casa? Por mais que todos saibam que precisamos respeitar o recomendado pelas organizações de saúde, não são poucas as discussões sobre o certo ou errado. E tal percepção tem um único fundamentamento: o que faça sentido pra VOCÊ!
Naturalmente, existem as relações, os sentimentos, e por isso, há de se compreender bem e respeitar as pessoas e as interdependências de nossas vidas. Por isso, deixemos a pandemia de lado e sigamos essa conversa com uma visão sobre sua própria vida.
Se você quer mudanças reais, seja o sujeito e o objeto de suas ações.
Tome decisões e tire o melhor proveito das vantagens ou aprendizados que suas escolhas lhe trarão. Só dessa maneira você conseguirá viver uma vida plena e feliz. O resto – dinheiro, fama, sucesso – é consequência!
Em um mundo em que as mudanças são cada vez mais rápidas, onde ter uma faculdade não é mais garantia de sucesso; empregos com carteira assinada não são mais sinônimos de estabilidade, uma “nova normal” vem sendo criada e a concorrência está cada vez mais acirrada, não sabemos exatamente o que pode acontecer.
Para acompanhar e sobreviver a tudo isso, você deve se transformar também. É essencial que você aprenda a diferenciar os estúpidos dos sábios (e espero que preferencialmente você queira estar entre os segundos!). Existe um ditado que diz: “O homem culto quer sempre mais. O homem sábio quer menos, e depois menos ainda.” Selecione aquilo que realmente faz a diferença na sua vida e faça apenas aquilo que você gosta. Isso pode parecer obvio, mas lamentavelmente, não é para a maioria das pessoas.
Quantas mensagens você recebe por dia? Quantos livros lê por semana? Quantos seguidores tem em redes sociais? Quantos? Quantas? Quantos?
Em algumas culturas como o budismo, você espera que as coisas desapareçam da sua vida, busca reduzir suas necessidades e seus desejos para alcançar uma espécie de iluminação. Acredito nessa veia espiritual, e ouso dizer é ela que nos traz também a possibilidade de abundância. Afinal, se você diminuir as suas expectativas, fica bem mais fácil ir além e escolher apenas o que lhe faz bem.
Fique apenas com as coisas que você gosta. Leia apenas livros que curte. Vá apenas a lugares agradáveis. Almoce apenas com pessoas positivas. Faça disso uma prática diária. Toda vez que dizemos “sim” para algo que não queremos, geramos rancor, dispomos energia negativa, perdemos autoestima e destruímos uma pequena parte de nós mesmo. Pare com isso!
A estabilidade almejada por tanta gente não está nos modelos convencionais das empresas, nas convenções sociais ou nas regras e padrões que alguém nos impõe; nada do que estamos vivendo fará sentido se não aprendermos algo sobre com-viver.
O equilíbrio após esse momento estará no encontro que se você fará acontecer entre seus limites e valores pessoais. Se você mesmo não fizer escolhas corajosas por você, ninguém fará!