“O mundo não é como você o vê. É apenas a sua mente que vê assim. Portanto, sua vida pode ser o inferno ou o paraíso, a liberdade ou a prisão. A compreensão disto fará toda a diferença”.

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Essa frase atribuída à Osho reforça aquilo que realmente acredito: são nossas crenças e valores que dão as versões daquilo que nos acontece. Tudo é perspectiva. Repare em quantas situações você já passou que aos olhos de quem estava por perto eram mais ou menos graves: uma situação financeira preocupante pode ser vista como uma mera contingência, pois um novo emprego está a caminho; uma separação dolorida pode ser vista como a liberdade esperada; uma pandemia pode ser vista sob aspectos da saúde ou da economia.

O segredo está em enxergar a situação e tomar as devidas providências.

Muita gente prefere não encarar a realidade e se ancorar em desculpas que aliviarão a pressão no presente, mas que criarão dificuldades ainda maiores no futuro. Para uns, estamos vivemos o fim do mundo. Para outros, um novo começo. Mas a verdade é uma só: saia da defensiva, encare a realidade, MUDE.

Aproveite o sentimento que vivemos na Páscoa para refletir sobre o momento atual e principalmente, sobre sua própria vida: O que precisa morrer em você para que possa nascer uma pessoa nova? O que dentro de você precisa morrer para que venha o renascimento de uma nova normal?

Para os cristãos é a partir da morte que abrimos espaço para o novo e que nos preparamos para a ressurreição. Aproveite o sentimento de Páscoa para ter uma conversa bem séria consigo mesmo, assumindo um novo compromisso e tomando atitude para que renasça em você uma pessoa nova!

Somos nós que escolhemos quem somos, o que devemos fazer, como devemos reagir e qual é a nossa missão ou objetivo. Esta comunicação intrapessoal governa nossas vidas e afeta nosso bem-estar geral. Preste muita atenção em quais são as mensagens que você ecoa e que efeito elas têm em sua vida e então, abandone aquelas que não fazem mais sentido.

Quando você começar a contar para si mesmo uma história diferente, essas ideias influenciarão a maneira como você encara sua vida. Afinal, mudar não é algo que nos separa, que nos estilhaça ou que nos faz perder a noção das coisas. A mudança está ligada ao desenvolvimento, ao crescimento, à criação. Sabe o lance da lagarta e da borboleta? Então… A gente precisa passar por uma transformação para que o novo possa mesmo acontecer. É vida em pleno desabrochar sem que a gente possa controlar nada além daquilo que vive em nós mesmos.

Aliás, escrevi sobre isso aqui mesmo no LinkedIn há dias atrás: A sensação de controle é prazerosa, mas também mentirosa.

Seria delicioso se pudéssemos limitar nossas vidas às situações confortáveis, né??? Mas lá vou eu destruir seu castelinho de areia: não dá! Você não pode limitar sua vida às situações confortáveis ou às pessoas que não elevem seus padrões. Não se apequene. Você é melhor do que imagina. Lembre-se que tudo é uma questão de perspectiva.

Decida especificamente o que precisa mudar. Deixe de lado a crueldade do “OU” isso “OU” aquilo e assuma uma visão mais inclusiva do isso “E” aquilo. Amplie sua motivação reconhecendo o que não conseguirá mudar e a satisfação que sua nova condição poderá lhe trazer. Capacite-se. Reforce a transformação. Condicione-se ao novo. PERMITA-SE!

Suprimir um velho hábito, implementar um novo ou reforçar uma nova aprendizagem deve ser um processo consciente e deliberado. Faça um exercício agora mesmo: olhe ao seu redor e analise o quanto vale a pena comprometer seu futuro supervalorizando o que limita o seu crescimento no presente. Viver a disrupção desse momento com otimismo e coragem é menos doloroso que tentar lutar contra o que você não terá controle. Acredite!

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