
Todos nós temos medo do fracasso. Entretanto, não conheço uma única pessoa que tenha experimentado uma cadeia ininterrupta de vitórias. Todos nós experimentamos retrocessos, derrotas, perdas, rejeição e fracassos. Ninguém é perfeito. Não podemos controlar o ambiente ou as pessoas, senão a nos mesmos.
O que nos torna mais bem sucedidos é a capacidade de resposta que desenvolvemos às experiências que dão errado e o tempo que gastamos em curar nossas feridas. Precisamos aprender a lambê-las, sem deixar o campo de batalha.
É claro que ninguém começa uma empreitada esperando terminá-la mal. Nenhum atleta ouve o tiro da largada esperando o último lugar. Nenhum empreendedor idealiza a falência como meta no final do mês. Mas você já deve ter ouvido o quanto experiências negativas foram importantes para pessoas que admira.
Nas palavras do escritor americano Denis Waitley:
“O fracasso deveria ser nosso professor, não nosso coveiro. A falha é um atraso, não uma derrota. É um desvio, não uma rua sem saída. O fracasso é algo que conseguimos evitar apenas se não dissermos nada, se não fizermos nada e se não formos nada.”
Eu prefiro ser muito!
Histórias de superação nos ajudam a entender o valor que cada ser humano adquire em suas próprias derrotas e como transformam o fracasso em lição aprendida, em degraus para o sucesso tão almejado.
Caso você duvide desta capacidade, pense nos aprendizados simples que pode adquirir com a rejeição, a perda e o fracasso: você descobrirá novas habilidades; descobrirá quem são seus amigos de verdade; jogará para longe todo orgulho e arrogância; perceberá que não pode agradar a todos e, assim, se tornará mais forte e confiante; deixará de perseguir dúvidas como “e se?” para fazer as coisas acontecerem; deixará de lado a síndrome do super-herói e pedirá ajuda; e finalmente, você valorizará seu sucesso.
Repare como as maiores celebrações vêm depois de batalhas difíceis. Pois é, caro leitor, se enfrentarmos as adversidades que estamos (e que iremos) passar como uma cutucada do destino indicando-nos outra direção e se obedecemos a este sinal, é certo que a experiência se tornará positiva. Mas, se o fracasso for vivido como indicação de fraqueza e ficarmos remoendo a situação até produzirmos um complexo de inferioridade, então, dias piores virão.
Em quase todas as atividades humanas, a natureza parece ter favorecido “os tolos” que não sabiam que podiam fracassar, mas que seguiram em frente e fizeram “o impossível” em detrimento daqueles que repetidamente afirmavam “isto não pode ser feito”. Não seja o tolo consciente; não rejeite a experiência, a ciência e o que qualquer estudo nos fale sobre a pandemia, mas sempre-se:
Com saúde, todo ser humano traz consigo um infinito poder de vencer as adversidades.
Nossas únicas limitações são aquelas que impomos às nossas mentes. Por isso, deixe de lado o comodismo, a preguiça, a procrastinação, o egoísmo, a vaidade e ambição descontroladas, a falta de lealdade, os vícios, a desonestidade, e principalmente, o medo e acredite: DIAS MELHORES VIRÃO!